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Uma rifa para custear o tratamento dele. R$ 10 por número, três mil ao todo. Cada número é um respiro.
Sou pai do Lucas e estou vivenciando um momento crítico em sua vida. Aos 26 anos, ele enfrenta a dependência química — uma doença real, tão legítima quanto qualquer outra que acomete pessoas de bem.
Lucas sempre foi um bom rapaz. Isso não mudou. O que mudou foi que ele ficou doente. E como toda doença, a dependência requer tratamento, compreensão e apoio — não estigma ou abandono.
A ilusão das substâncias o prisionalizou novamente. E como ocorre com muitos que caem nessa cilada, as pessoas ao seu redor sumiram — aqueles que chamamos de “amigos” desaparecem na hora do vício, deixando para trás apenas o vazio e o risco.
Mas eu não vou desistir. Porque ser pai não é condicional.
Hoje ele está internado numa clínica de reabilitação. Foi o caminho que encontramos pra tirá-lo do risco e dar a ele uma chance real de recomeçar.
O tratamento é caro — internação, terapia, medicamentos e todas as despesas que aparecem ao longo do processo somam cerca de R$ 30 mil. É muito dinheiro pra qualquer família. Mas a vida do meu filho vale muito mais. Essa rifa é a forma que encontrei de pedir ajuda.
Lucas merece uma segunda chance — não porque é fraco, mas porque é uma pessoa doente que precisa de ajuda profissional e familiar. Dependência química afeta o cérebro. Não é falta de caráter. Não é escolha.
Meu filho tem o potencial de voltar. Tem sonhos que merece realizar. Peço empatia, não julgamento. Peço compreensão nessa jornada que é de toda a família.
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fé
infância— Paulo, pai do Lucas. Manaus, maio de 2026.
Toque em qualquer número disponível. Pode escolher quantos quiser.